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AS ABERTURAS NAS AULAS: ENSINAR OU NÃO ENSINAR?

Primeiramente quero deixar claro que aqui apresento um pouco de como eu faço nas minhas aulas, e a forma como julgo mais interessante em trabalhar com as Aberturas.

As aberturas são ferramentes muito interessantes, principalmente por permitirem ensinar os alunos diversos conteúdos e situações possível de jogo, pois se observarmos as primeiras partidas dos iniciantes percebemos que eles buscam capturar toda e qualquer peça que é possível, muitas vezes sem pensar nas consequências que elas podem ter.

Meus alunos só começam a ter contato com as Aberturas, aproximadamente no 4º e/ou 5º ano do Ensino Fundamental 1, sendo a exceção os alunos que irão competir (Torneiros, Jogos Escolares, etc.).

Quando falo em Aberturas, não me refiro a Mates conhecidos como: Pastorzinho (Mate do Pastor), Mate do Louco, dentre outros. Já que esses ensino os alunos do 1º ano do Ensino Fundamental 1 até o Ensino Médio. As turmas menores só ensino o Pastorzinho e o Mate do louco, no caso os alunos entre o 1º e o 3º ano do Ensino Fundamental 1.

Costumo inciar esse aprendizado após ensinar os Mates conhecidos, costumo trabalhar com uma dessas: Abertura Espanhola e/ou Abertura Italiana, alguns alunos, principalmente, aqueles que já estão acostumados a competir também mostro um pouco da Defesa Caro-Kann.

Além disso, em alguns momento separo os 8 ou 12 primeiros movimentos das Aberturas, passo para os alunos e a partir daquele momento peço que continuem a partida. Isso me permite ter uma noção de como está o desenvolvimento do alunos diante de situações aleatórias, ou seja, se esse aluno consegue lidar com as situações inusitadas, e está pronto ou não para competir.

Respondendo a pergunta do título, sim, as Aberturas devem ser ensinadas, porém é preciso saber quando é o momento certo para ensiná-las.

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